6 mil novos candidatos da saúde vão ser admitidos na abertura do concurso público até primeiro trimestre de 2026, disse "Sílvia Lutucuta"

6 mil novos candidatos da saúde vão ser admitidos na abertura do concurso público até primeiro trimestre de 2026, disse "Sílvia Lutucuta".

A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, afirmou, esta quarta-feira, 26, durante o encontro de auscultação com os Deputados à Assembleia Nacional, sobre o Orçamento Geral do Estado (OGE), que o sector regista um aumento para o próximo ano de 2026.

Embora ainda longe das metas recomendadas, a ministra explicou aos Deputados que a maior fatia das verbas permanece nos governos provinciais, responsáveis pelas prioridades locais.

Sílvia Lutucuta respondeu às críticas sobre serviços em Cabinda e admitiu a pressão assistencial em todo o país, garantindo que o Hospital Geral mantém “padrões de referência” e que o Executivo prevê a construção duas novas unidades hospitalares municipais e um hospital geral, que substituirá o Alzira da Fonseca.

A ministra abordou também as doações internacionais, referindo que representam menos de cinco por cento do orçamento e que grande parte se perde em custos operacionais, chegando pouco ao destinatário. Entre os financiamentos activos, destacou o empréstimo de 200 milhões de dólares do Banco Mundial para formar 38 mil profissionais até 2028.

Sobre a Junta Médica em Portugal, informou que o sector vai encerrar até ao final do ano, com transferência de doentes para a África do Sul, denunciando fugas de acompanhantes e uso abusivo do mecanismo por pessoas já residentes naquele país.

Sílvia Lutucuta anunciou para 2026 a abertura de concursos públicos para admitir 6 mil novos profissionais e reconheceu problemas de dívida no sector, assegurando diálogo com o Ministério das Finanças para minimizar os efeitos. “As dificuldades são reais, mas continuamos a priorizar despesas essenciais”, CONTINUAR LER MAIS AQUI...


 

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